Naja do Cerrado

Quinta-feira, Junho 29, 2006




se não vier, ou não acontecer é possível que eu nem sinta falta pois que já me acostumei à falta. a falta é até confortavel, de tão conhecida e companheira.
é tudo guardado onde deixei, à minha maneira. agora que vi a rima acidental. é que as palavras às vezes surgem por vontade própria.
e das vontades a principal agora é respeitar o tempo. tenho tentado gastar o mínimo com essas coisas que se deixarmos nos toma muito o tempo das tarefas práticas e se apropria de todo o tempo que poderia ser gasto com a contemplação, a abstração, ou uma simples caminhada nas ruas do bairro. parar de adiar aquela ida à praça onde poderia trocar "bom dias" com as velhinhas que você quer ser um dia e roubar atenção de seus cães. ah, como preciso dos cães. e preciso de silêncio, na falta de assunto. o que quero dizer é que sou melhor ao vivo, que pelo msn... sou melhor porque posso oferecer um chá e um bolo junto com a conversa. posso abraçar, trocar receitas e tirar um livro da estante para emprestar e depois cobrar. sou boa também para escolher vinhos e pratos. e melhor ainda para escolher roupas e coisas para casa... por quê gastar esse tempo em papinho virtual?

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Terça-feira, Junho 20, 2006



se eu escrevesse tudo o que poderia ser escrito sobre os dias e o que os preencheu, eu passaria no mínimo por pessimista, pra ser otimista.
emotiva demais ultimamente, desculpem. na ausência dos grandes, o cinema é meu melhor amigo. na verdade alguns filmes têm me visto com mais freqüência que outros... hoje o reencontro foi com billy elliot. e há algo naquela história que corta o meu coração. obviamente que o menino é excepcional, mas o pai gente... o que é aquilo?

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Quinta-feira, Junho 08, 2006



Sim sim. Este ano eu tenho algo parecido com uma "banda favorita". Amanhã, nove de junho de doismileseis, o primeiro álbum deles é lançado mundialmente e já está no soulseek e no meu i-tunes há algum tempo. Veja aqui o primeiro clip: Crazy

E amanhã também estréia Pergunte ao Pó. Quem se candidata a ir comigo no cinema?

E nem tudo é cinza, apesar de São Paulo. Temos vivido dias de cidade do interior por aqui. Mas não a parte boa, a parte ruim: a da cabeça das pessoas.

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